
Carolina Ricardo
Carolina Ricardo is the executive director of the Instituto Sou da Paz, an organization focused on public policies aimed at reducing gun violence in Brazil. She emphasizes the urgent need for gender-oriented gun control policies to combat domestic violence and prevent femicides.
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Recent news mentions
Carolina Ricardo, executive director of the Instituto Sou da Paz, suggests that the murder of Ruy Ferraz Fontes indicates attempts to intimidate the police.
Assassinato de ex-delegado é demonstração de força do crime organizado, dizem especialistasCarolina Ricardo is the executive director of the Instituto Sou da Paz, who comments on the implications of Ruy Ferraz Fontes' assassination.
Assassinato de ex-delegado é demonstração de força do crime organizado, dizem especialistasCarolina Ricardo is the executive director of the Instituto Sou da Paz.
Consolação, Trianon e mais: as áreas perigosas para roubo de celular perto do metrô na PaulistaCarolina Ricardo, the executive director of the Instituto Sou da Paz, commented on the corporatist struggle for expanded police powers in Brazil.
Poder de polícia a torto e a direto
Carolina Ricardo expresses concerns about the inclusion of traffic agents as public security agents.
PEC inclui guardas de trânsito como agentes de segurança: ‘Todo mundo quer ser polícia’Carolina Ricardo is the executive director of the Instituto Sou da Paz.
Qual é a aposta do tucano Eduardo Leite para tentar a disputa pelo Palácio do Planalto em 2026?Carolina Ricardo is the executive director of Sou da Paz, emphasizing the need for gun control policies to protect women's rights.
Taxa de homicídios de mulheres é duas vezes maior entre negras, aponta institutoCarolina Ricardo is the executive director of Sou da Paz, emphasizing the need for gun control policies to protect women's rights.
Taxa de homicídios de mulheres é duas vezes maior entre negras, aponta institutoCarolina Ricardo is the executive director of the Instituto Sou da Paz, emphasizing the urgent need to address armed violence against women.
35% das mulheres atingidas por armas de fogo já tinham denunciado violência prévia


























